terça-feira, 31 de maio de 2011

'Túnel do tempo' no Senado bajula Sarney e omite caso Collor

Do portal IG

Reinaugurado com pompa pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o "túnel do tempo"  - como é chamado o corredor que liga o plenário a gabinetes de senadores - traz agora uma decoração que "reescreve" a história da Casa, omitindo fatos e bajulando o próprio Sarney.

Os painéis com os principais momentos da instituição, dos primeiros anos da independência do Brasil até o ano passado, não fazem referência, por exemplo, ao impeachment, em 1992, do então presidente da República e hoje senador Fernando Collor, e nem tampouco à cassação do ex-senador Luiz Estevão (DF), em 2001. As CPIs que marcaram a atuação da Casa também ficaram de fora.(...) Leia a matéria completa AQUI.

domingo, 29 de maio de 2011

Enquete sobre as obras paralisadas

O Blog Opinião Reversa disponibiliza a partir de hoje uma enquete para saber dos internautas a que eles atribuem a paralisação de algumas obras em Grossos. No rol de possíveis respostas, estão versões levantadas pela própria Prefeitura e parte da imprensa local. Obviamente, se você não concordar com nenhuma das hipóteses sugeridas, poderá marcar a opção "Outros motivos não citados pelo blog" e deixar um comentário ou enviar um email sobre o assunto. O prazo para votar estende-se até a meia-noite do dia 06/06. Participe!

Medo de ser poeta

Por Genildo Costa.

O poeta que cala,
Silencia,
Expõe-se
Ao ridículo...

Não quero ser poeta
Não insisto
Porque rio de mim
A conta gotas.

Não poetiso
Porque o verso
Em carne viva
Transcende os limites
Do poema suicida.

Quem sabe,
No penúltimo verso
Da última estrofe
Esteja expresso em letras garrafais
O medo de ser poeta.

Genildo Costa é músico e compositor.

Conversinha mineira

Crônica de Fernando Sabino*

É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não senhor: não tomo café.
- Você é o dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele não senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite, só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje, não senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir, em geral não vem.
- Mas ali fora está escrito ‘LEITERIA’!
- Ah, isso está, sim senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê, coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

sábado, 28 de maio de 2011

O PT esqueceu os trabalhadores

Editorial da Carta Capital escrito por Mino Carta.

"A posição da mídia nativa em relação ao Caso Palocci intriga os meus inquietos botões. Há quem claramente pretenda criar confusão. Outros tomam o partido do chefe da Casa Civil. Deste ponto de vista a Veja chega aos píncaros: Palocci em Brasília é o paladino da razão e se puxar seus cadarços vai levitar.

Ocorre que Antonio Palocci tornou-se um caso à parte ao ocupar um cargo determinante como a chefia da Casa Civil, mas com perfil diferente daqueles que o precederam na Presidência de Lula."(...) Leia o artigo completo AQUI.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A lucidez das ideias(V)

"A escola virou um depósito de crianças, que é o que os políticos querem. Eles querem ter um lugar para deixar a criança enquanto os pais vão trabalhar e nada mais."

Professora Amanda Gurgel em entrevista à Revista IstoÉ. 


Para ler a entrevista clique AQUI.

Perdendo a paciência

A situação delicada pela qual passa o Governo do RN começa a refletir negativamente na sua imagem. Os números da pesquisa Consult (ver AQUI) retratam bem essa realidade. Segundo a sondagem, a administração do DEM nos primeiros cinco meses do ano é reprovada por cerca de 44 % dos entrevistados. Até na cidade natal da governadora a avaliação de sua gestão é bastante modesta se comparada aos resultados eleitorais de 2010. Somente 46% dos mossoroenses aprovam o início de governo da Rosa. É um sinal de que o eleitor está perdendo a paciência com a Chefe do Executivo, pois a mesma sequer desceu do palanque para conduzir o seu estado.


Leia também: Outros tempos para Rosalba Ciarlini.